Reajuste Salarial 2013

Reajuste Salarial 2013

Na segunda feira (24),  véspera de natal; foi divulgado pela Ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann a pedido da presidenta Dilma Rousseff, o reajuste no salário mínimo 2013, decreto que foi publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Previamente o acordo estabelecia que o valor do salário mínimo fosse de R$ 674,96, no entanto o aumento será de 9% do valor total real, sendo assim a partir do dia 1° de Janeiro do ano de 2013 o salário mínimo do trabalhador brasileiro será de R$ 678,00.

Segundo a Ministra-chefe da Casa Civil, o reajuste atual considerou “a variação real do crescimento” e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). “Ela (Dilma) fez questão de que isso ocorresse, na véspera do Natal”, revela Hoffmann.

Lojistas dizem já estarem preparados para o aumento salarial, afinal ascendendo o poder aquisitivo da população, facilita à obtenção de produtos, isso significa aumento de vendas.

Entretanto nem todos estão satisfeitos como revela o presidente estadual da Força Sindical, Raimundo Nonato Lopes, para ele os trabalhadores esperavam o mínimo de R$ 700. “Precisava que fosse um salário maior”. Pelos dados do DIEESE, sabe que esta distante da realidade ideal, embora houvesse ganhos reais, nos últimos anos.

Tabela de Reajuste Salarial 2000 à 2013

Tabela de Reajuste Salarial 2000 à 2013

Para o presidente da Força Sindical o valor do reajuste salarial ainda é mínimo para se aumentar o consumo, e com o decorrer do tempo o brasileiro aumentou de forma lenta e pequena seu poder de compra. Além disso, o aumento atual foi 5% menor do ano de 2011 para 2012, o que mostra regresso, porém o Governo Federal diz ser uma estratégia para manter o mercado aquecido.

Além do reajuste salarial 2013, a presidenta Dilma Rousseff em reunião com Gleisi Hoffmann, tomou por decisão a isenção do Imposto de Renda incidente sobre a participação nos lucros (PLR), recebidas pelos trabalhadores que recebem até o valor de R$ 6 mil a partir do ano de 2013.

Porém devemos ter a consciência de que incentivar o consumo pode acarretar ao endividamento, principalmente quando a ascendência salarial é inferior ao esperado.

 

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